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Pessoas arromânticas sempre existiram, a formação de uma comunidade para pessoas não-alorromânticas foi (e ainda é) muito importante para a luta contra a amatonormatividade.

Este artigo trata da história da arromanticidade, tanto quanto uma subcomunidade LGBT e nas civilizações antigas.

Arromanticidade na antiguidade[]

Durante a dinastia Qing do sul da China, havia a Sociedade Orquídea Dourada. Por 300 anos, começando no início da década de 1640, uma ordem de mulheres se opôs ao casamento. A Golden Orchid Society se opôs às expectativas da sociedade da época, acolhendo de braços abertos qualquer mulher que procurasse evitar a vida normativa. A Golden Orchid Society é apenas um exemplo de um movimento que abrigou aqueles que não estavam interessados ​​em casamento ou parceria.[1]

Relacionamentos não-românticos[]

"Amizade romântica" é um termo cunhado no século 19 para descrever um tipo de amizade emocionalmente intensa e não sexual, geralmente entre membros do mesmo sexo e entre mulheres. Tais amizades ofereciam apoio emocional e companheirismo em uma sociedade onde as mulheres tinham poucas liberdades.[2]

Um estudo em 2007 discutiu relacionamentos queerplatônicos (um tipo de relação muito frequente na comunidade a-spec) sem usar o termo "queerplatônico". Ele explorou "amizades não sexuais e apaixonadas" entre mulheres.[3]

Popularização do termo e a construção de uma comunidade[]

O uso mais antigo encontrado do termo até agora foi em 26 de abril de 2002, em uma postagem feito pelo usuario “maxnova100” em um grupo no yahoo chamado Haven for the Human Amoeba.[4]

Um ano depois, a AVEN fez uma pesquisa sobre “assexuais-assexuais” (pessoas que não se descreviam como mais nada além de assexuais, pois não desejavam um relacionamento).[2] A palavra “aromantic” até, pelo menos, 2004, era usado como sinonimo de assexual e até no sentido de produtos cosméticos.[5]

O sentido atual da palavra com uma definição um pouco mais clara surge em meados de 2005–2006 em uma menção do que reconheceríamos como Split Attraction. Este é o primeiro post achado de uma pessoa que se autodenomina Assexual Arromantico.[5]

Grande parte do mérito a inclusão da letra “A” na sigla se deve ao movimemto MOGAI. Que surge, principalmente, diante da variedade de micro-identidades e como elas se encaixariam em acrônimos e inicialismos similares às variações LGBTQIA+. Também, pela sensação de não-exclusão de pessoas a-spec, não-monogamicas e multi.[6]

Referências[]

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