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Alossexismo ou zedsexismo (outras vezes chamado de allossexismo, derivado do inglês allosexism ou zedsexism) é a discriminação sexista contra assexuais. Ações alosexistas incluem:

  • Afirmar que a assexualidade é apenas uma fase.
  • Pressionar uma pessoa assexual a ter relações sexuais.
  • Presumir que todes têm interesse sexual.
  • Sugerir que a falta de atração sexual é um problema médico que precisa de tratamento.
  • Ignorar ou excluir assexuais de conversas sobre sexualidade.
  • Fazer piadas ou comentários depreciativos sobre a assexualidade.
  • Recusar-se a reconhecer a identidade assexual de alguém.
  • Dizer que alguém é assexual apenas porque não encontrou a "pessoa certa".
  • Considerar assexualidade como estilo de vida, comparando-a com celibato ou abstinência.
  • Assumir que assexuais não podem ter relacionamentos amorosos significativos
  • Não incluir assexuais em espaços LGBTQIAPN+/MOGAI/NHINCQ+

Todas essas ações são causadores de agressões, como:

  • Patologização, hormonização e tratamentos com intenção de cura, sendo que assexualidade não é doença.
  • Estupro corretivo: quando há a falsa noção geral de que não ter interesse sexual é defeito, alguns decidem que estupro é a forma de "corrigir" o que julgam estar errado no assexual.
  • Tornar sexo a regra cria um mercado tóxico em cima de performances e metas muitas vezes inalcançáveis, e pode gerar autocobrança em cima de modelos não realistas de desempenho sexual, e isso pode ser fonte de tristeza e frustração se o sexo não supre as expectativas e promessas criadas e cobradas.
  • Cobranças estéticas: Normas ligadas ao enquadramento num padrão físico (geralmente preconceituoso) estão vinculadas a ser ou não uma pessoa desejável, o que faz com que muitos foquem obsessivamente na busca pela aparência idealizada e se frustrem ao não atingi-la.
  • Falta atendimento de saúde especializado: Especialmente na ginecologia e urologia muitas pessoas são negligenciadas se dizem que não praticam sexo, tendo pedidos de exames negados, pois existe a presunção de que quem não transa não precisa desses cuidados, o que é um erro, já que muitas doenças não dependem de uma vida sexual ativa e podem ser evitadas com acompanhamento médico regular
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