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Uma pessoa inconformista ou não-conformista de linguagem (NCL) é toda pessoa que não usa uma linguagem de gênero aceita dentro de um idioma ou imposta de acordo com determinada identidade de gênero. O termo pode incluir alguém que:[1]

  • Flui de tempos em tempos o conjunto pessoal de linguagem. Por exemplo, alguém que já usou finais de palavras -a (linda, obrigada, indignada), mas agora usa sufixos e desinências terminadas em -e (linde, obrigade, indignade).
  • Usa algum sistema de linguagem não-binária ou neutra de forma genérica para si como conjunto. Por exemplo, alguém que usa, exclusivamente ou não, a sintaxe neutra possível (omissão de gênero) ou linguagem inclusiva (-/-/-) ou algum tipo de neolinguagem genérica, como ê/elu/-e ou le/ile/-e.
  • Usa um conjunto pessoal de linguagem não normativo ou alternativo, que não está conforme a norma culta ou tido como linguagem padrão. Por exemplo, alguém que usa um conjunto ê/ilf/-o está em não conformidade linguística, pois usa em seu conjunto o neoartigo ê e o neopronome ilf.
  • Vivencia múltiplos ou mistura partes de conjuntos, como alguém que é elu/ela ou que usa o/ela/-o.
  • Vivencia uma linguagem que é inesperada para sua identidade de gênero, como uma mulher que usa o conjunto o/ele/-o ou um homem a/ela/-a.
  • Vivencia neolinguagem de forma geral.
  • É não-binárie que usa um idioma binarizado gramaticalmente.
  • É transpronominal. Ou seja, usa um conjunto associado com algum gênero diferente do que foi designado ou imposto no nascimento.
  • Usa qualquer ou toda linguagem possível. Isso inclui pampronominais e quem é indiferente perante a linguagem aplicada a elu.
  • É xenopronominal.[2][3]

Referências[]

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